Hot News
Consumo mundial de álcool deve seguir em queda até 2035, projeta pesquisa
Tiago Abravanel expõe corpo após perder mais de 23 kg: “Sempre me achei bonito”
MC Iguinho CT anuncia novo single “Semi nua Ela Vem” para o dia 18/06
Zizi Possi critica nova geração da música brasileira: “Adoraria gostar, mas não gosto”
Alimentos ricos em antioxidantes contribuem para a saúde da pele
INSTAGRAM
Agito Fun
  • Cinema
  • Entretenimento
  • Famosos
  • Geral
  • Música
Reading: Cientistas desenvolvem minirrobôs para dissolver pedras nos rins sem cirurgia
Share
Agito Fun Agito Fun
Font ResizerAa
  • Cinema
  • Entretenimento
  • Famosos
  • Geral
  • Música
Search
  • Cinema
  • Entretenimento
  • Famosos
  • Geral
  • Música
Have an existing account? Sign In
Follow US
© Grupo Trackpop
Últimas

Cientistas desenvolvem minirrobôs para dissolver pedras nos rins sem cirurgia

Conteúdo Parceiro
Published: março 11, 2026
Share
4 Min Read
SHARE

Créditos: Foto/Divulgação

Tecnologia experimental usa campos magnéticos para guiar enzimas.

Um grupo de cientistas desenvolveu uma inovadora tecnologia de minirrobôs capazes de dissolver pedras nos rins diretamente no trato urinário, eliminando a necessidade de procedimentos cirúrgicos invasivos. A pesquisa, detalhada em um estudo publicado na revista científica Advanced Healthcare Materials, apresenta dispositivos microscópicos que são guiados por campos magnéticos para entregar uma enzima específica ao local do cálculo. Esta enzima atua alterando a química da urina e criando um ambiente propício para a dissolução das pedras.

A abordagem visa tratar um problema comum de forma menos agressiva. Cerca de 13% dos casos de pedras nos rins são formados principalmente por ácido úrico, que se cristaliza em urina excessivamente ácida. A estratégia médica convencional para esses casos é aumentar o pH da urina, tornando-a menos ácida para que os cristais de ácido úrico possam se dissolver. Os minirrobôs foram projetados para replicar e otimizar esse processo de forma localizada dentro do sistema urinário.

O funcionamento dos minirrobôs baseia-se na liberação controlada de uma enzima chamada urease. Quando a urease entra em contato com a ureia, uma substância naturalmente presente na urina, ocorre uma reação química que libera amônia e dióxido de carbono. Essa reação eleva o pH do líquido, tornando a urina menos ácida. Nos testes de laboratório, os pesquisadores observaram que a urina passou de um pH 6 para aproximadamente pH 7, uma faixa considerada ideal para a dissolução de cálculos renais de ácido úrico. Em experimentos, o método conseguiu reduzir cerca de 30% da massa de cálculos de ácido úrico em apenas cinco dias.

Os dispositivos, com aproximadamente 1 milímetro de espessura e 12 milímetros de comprimento, são feitos de um material semelhante a hidrogel e contêm um ímã microscópico que permite seu movimento preciso por campos magnéticos externos. A proposta é que os robôs sejam inseridos no sistema urinário por meio de um cateter fino e guiados até a pedra. Segundo a engenheira biomédica Veronika Magdanz, da Universidade de Waterloo, no Canadá, e uma das autoras do estudo, campos magnéticos relativamente fracos seriam suficientes para posicionar os dispositivos. Ela afirmou, em entrevista ao g1, que os robôs são flexíveis e sensíveis ao campo magnético, o que minimizaria qualquer desconforto ou dor ao paciente. Após o tratamento, os dispositivos poderiam ser eliminados naturalmente pela urina ou removidos com um ímã externo.

Apesar dos resultados promissores, a tecnologia ainda se encontra em fase experimental, com testes realizados em urina sintética e modelos artificiais do trato urinário. Antes de sua aplicação em pacientes, diversos desafios precisam ser superados, incluindo a garantia de visualização e guiamento preciso dentro do corpo, testes com fluxo real de urina e movimento do ureter, e a avaliação de possíveis reações inflamatórias ou imunológicas. Veronika Magdanz ressalta que, embora os materiais sejam biocompatíveis, estudos in vivo são essenciais. A expectativa é que a aplicação clínica leve pelo menos cinco anos para ser testada em humanos, dependendo de financiamento e aprovações regulatórias. Se bem-sucedida, a tecnologia poderá beneficiar pacientes que formam pedras de ácido úrico repetidamente ou aqueles que não podem ser submetidos a cirurgia, além de abrir caminho para a entrega direcionada de outros medicamentos no trato urinário.

Namorada de Belo se torna alvo de processo após sorteio de scooter; entenda
João Fonseca enfrenta Ben Shelton por vaga nas semifinais em Munique
Juliette comunica pausa nas redes sociais e explica o motivo
Rock in Rio 2026 anuncia line-up com Calvin Harris, NE-YO e Black Eyed Peas
Relação próxima com professores fortalece propósito de vida de estudantes, diz pesquisa
Share This Article
Facebook Email Print
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

New Releases

- Advertisement -
Ad image

Trending Stories

Geral

Romisson comanda mais uma edição do Polenta Rock Show em São Paulo com música, sabor e solidariedade

setembro 23, 2025
Últimas

Guia de preços detalha custos para uma semana em Florianópolis

abril 13, 2026
Últimas

Chocolate amargo pode ajudar sua saúde; saiba como

junho 19, 2025
Últimas

Viih Tube exibe barriga reta pela primeira vez após cirurgias; veja foto

agosto 18, 2025
Últimas

Alok utiliza método inusitado para subir ao palco em show no Piauí

abril 27, 2026
Últimas

Filha de Iza e Yuri Lima impressiona em nova foto e semelhança chama atenção: “Cópia”

janeiro 8, 2026

© Todos direitos reservados | Grupo TrackPop

Agito Fun
  • Cinema
  • Entretenimento
  • Famosos
  • Geral
  • Música
Welcome Back!

Sign in to your account

Username or Email Address
Password

Lost your password?