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Alimentos ultraprocessados marcam hábitos da geração X, revela estudo

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Published: outubro 4, 2025
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Alimentos ultraprocessados

A geração X, que teve acesso em massa a salgadinhos, chocolates, cereais adoçados e refrigerantes durante a infância e adolescência, mostra sinais de dependência desses alimentos ultraprocessados, segundo um estudo recente. A pesquisa avaliou 2 mil norte-americanos com idades entre 50 e 60 anos, expostos desde cedo ao marketing intenso da indústria alimentícia.

Os pesquisadores apontam que o índice de pessoas nascidas entre 1960 e 1979 que apresentam comportamento compulsivo em relação a esses produtos é bem superior ao registrado entre os baby boomers, atualmente com 65 a 80 anos. A situação identificada acompanha a transição da alimentação baseada em ingredientes naturais para o consumo crescente de comidas industrializadas e prontas.

Para identificar sinais de dependência, os pesquisadores utilizaram a mYFAS 2.0, escala criada pela Universidade de Yale com base nos critérios de adição a drogas e álcool. O método avalia 13 comportamentos e reações emocionais, incluindo desejo intenso por certos alimentos, dificuldade em reduzir o consumo, persistência apesar de consequências negativas, sintomas de abstinência, negligência de atividades sociais e uso da comida para lidar com estresse ou emoções difíceis.

Os dados, publicados, mostram que 21% das mulheres e 10% dos homens da geração X apresentam padrão de dependência alimentar. Entre pessoas de 65 a 80 anos, as taxas caem para 12% e 4%, respectivamente. Os pesquisadores destacam também a diferença de gênero: ao contrário do que ocorre em vícios químicos tradicionais, a dependência de ultraprocessados é mais frequente entre mulheres. Segundo o estudo, fatores sociais e psicológicos, como pressões estéticas, dietas restritivas, estigmas sobre o corpo e vulnerabilidades emocionais, podem contribuir para esse padrão.

A geração X passou por profundas mudanças durante a vida, desde o período pós-guerra até o impacto da televisão e da tecnologia nos hábitos de consumo, segundo Rejane Sbrissa, psicóloga cognitivo-comportamental especialista em transtornos alimentares. “Essa geração enfrentou altos níveis de estresse crônico, ansiedade e sobrecarga de responsabilidades”, afirma.

A especialista também ressalta a diferença de cobrança social entre os gêneros: “As mulheres são mais pressionadas em relação à aparência física, estudos indicam que apenas 3% se sentem confortáveis com o próprio corpo. Já os homens não sofriam a mesma pressão”. Além disso, Sbrissa lembra que as oscilações hormonais podem impactar o estado emocional e, consequentemente, os hábitos alimentares.

Um estudo conduzido pela Universidade de Michigan também investigou a percepção do próprio peso corporal e sua relação com o vício alimentar. Entre as mulheres que se consideravam acima do peso ideal, a probabilidade de apresentar sinais de dependência alimentar era 11 vezes maior do que naquelas que acreditavam estar dentro do peso adequado. Nos homens, a diferença foi ainda mais expressiva: aqueles que se percebiam com sobrepeso ou obesidade tinham 19 vezes mais chance de exibir comportamentos compulsivos.

Para os autores, os resultados indicam que a insatisfação com a autoimagem está fortemente ligada à alimentação compulsiva, e que tentativas repetidas e malsucedidas de emagrecer podem alimentar um ciclo de consumo descontrolado.

“Essas descobertas levantam questões sobre possíveis janelas críticas de desenvolvimento, nas quais a exposição a alimentos ultraprocessados aumenta a vulnerabilidade à dependência”, afirmou Ashley Gearhardt, professora da Universidade de Michigan e líder do estudo. “Hoje, crianças e adolescentes consomem proporções ainda maiores de calorias provenientes desses produtos do que os adultos de meia-idade consumiam na juventude. Se a tendência continuar, futuras gerações podem apresentar taxas ainda mais altas de dependência de ultraprocessados.”

Hábito da geração X oferece riscos

Especialistas reforçam que alimentos altamente palatáveis — ricos em aditivos, gorduras e açúcares — ativam no cérebro os mesmos mecanismos observados em outros tipos de vício. “Esses produtos estimulam a liberação de dopamina e hormônios ligados ao prazer, criando uma necessidade cada vez maior de consumo para manter a sensação de recompensa”, explica Jamily Drago, endocrinologista da clínica Metasense, em Brasília.

Profissionais alertam para os riscos do consumo de ultraprocessados desde a infância. “É fundamental conscientizar as crianças sobre os impactos desses alimentos na saúde, especialmente em relação a possíveis alterações cognitivas na vida adulta e na velhice”, afirma a psicóloga cognitivo-comportamental Rejane Sbrissa. Estudos indicam que a duração da exposição a produtos industrializados pode estar associada a menor capacidade cognitiva na terceira idade.

O estudo de Michigan, que identificou altos índices de dependência de ultraprocessados entre pessoas da geração X (nascidas entre 1960 e 1979), chama atenção para produtos rotulados como “light”, “low carb” ou “ricos em proteína”. “Apesar do marketing que sugere maior saudabilidade, esses produtos continuam sendo ultraprocessados”, explica a nutricionista Rayanne Marques, de Brasília. “Eles podem conter adoçantes artificiais, excesso de sódio, conservantes e gorduras de baixa qualidade, prejudicando a saúde quando consumidos em excesso.”

Para reduzir a compulsão por esses alimentos, Marques recomenda reorganizar a alimentação com refeições equilibradas e nutritivas, que promovam saciedade e diminuam a busca por produtos industrializados. “A reeducação alimentar deve ser gradual. O paladar humano se adapta, e pequenas mudanças consistentes ajudam a redescobrir o sabor natural dos alimentos. Diminuir sal e açúcar aos poucos, usar temperos naturais e priorizar alimentos in natura são estratégias eficazes. Com o tempo, os ultraprocessados se tornam menos atraentes.”

Rejane Sbrissa destaca ainda a importância do acompanhamento psicológico. “Muitas compulsões alimentares estão ligadas à dificuldade de lidar com emoções e usar a comida como forma de compensação. O ato de comer ultraprocessados muitas vezes expressa sentimentos reprimidos, como raiva ou frustração”, explica. “Além disso, esses produtos são altamente palatáveis e prontos para consumo, exigindo pouco esforço e fornecendo uma gratificação imediata, o que reforça o hábito vicioso.

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