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Azeite de oliva pode auxiliar na redução da gordura abdominal, aponta especialista

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Published: dezembro 20, 2025
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9 Min Read
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Azeite de oliva (Foto: Freepik0

Basta observar a prateleira de óleos vegetais para perceber a variedade de cores, aromas e aplicações culinárias. Do consagrado azeite de oliva ao controverso óleo de coco, passando por alternativas populares como soja, canola e girassol, cada produto apresenta pontos positivos e restrições. Nesse cenário, um estudo publicado na revista Frontiers in Nutrition reacende o protagonismo do azeite extravirgem ao apontar evidências de que seu consumo pode contribuir para a redução do acúmulo de gordura abdominal.

A pesquisa, liderada por cientistas italianos, analisou informações de 16.273 adultos que preencheram um questionário on-line com dados sobre idade, peso, circunferência da cintura, índice de massa corporal (IMC), alimentação e estilo de vida. Os resultados indicaram uma relação entre o consumo de azeite de oliva extravirgem e medidas menores de cintura, sugerindo menor acúmulo de gordura abdominal.

É reconhecido que o acúmulo excessivo de adipócitos, as células responsáveis por armazenar gordura, estimula a liberação de substâncias inflamatórias e outros mediadores no organismo. Esse processo está associado ao desenvolvimento da síndrome metabólica, condição marcada por níveis elevados de glicose no sangue, alterações no colesterol e nos triglicerídeos, além do aumento da pressão arterial.

A nutricionista Emanoelle de Lima Araujo, do Hospital Israelita Albert Einstein, chama atenção para o fato de que os resultados se baseiam em informações autorreferidas. “Isso significa que os dados foram fornecidos pelos próprios participantes, sem medições técnicas, o que pode gerar vieses”, avalia.

Outro ponto destacado por especialistas é que o estudo tem caráter observacional, uma limitação frequente em pesquisas na área de nutrição. Nesse tipo de investigação, não é possível estabelecer uma relação direta de causa e efeito. “Esses trabalhos são fundamentais para levantar hipóteses, mas elas precisam ser confirmadas por ensaios clínicos randomizados, que são considerados o padrão-ouro da ciência”, explica a nutricionista Renata Juliana da Silva, professora da Etec Uirapuru/Centro Paula Souza e pós-doutoranda na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP).

Os resultados dialogam com o conhecimento já consolidado sobre o azeite de oliva, principal emblema da dieta mediterrânea. Ainda assim, especialistas reforçam que os benefícios à saúde não podem ser atribuídos a um único alimento isoladamente. Eles dependem de um conjunto de fatores que inclui alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, qualidade do sono e controle do estresse. Mesmo nesse contexto mais amplo, o azeite extraído da oliva se destaca por reunir compostos com ação protetora no organismo.

Como ocorre com todos os óleos, seu principal valor nutricional está nos ácidos graxos. “A maior parte é formada por gorduras monoinsaturadas, especialmente o ácido oleico”, explica Araujo. Já a versão extravirgem, que não passa por processos de refinamento, preserva substâncias antioxidantes importantes, com destaque para os compostos fenólicos.

A combinação desses elementos vem sendo associada a efeitos positivos sobre a saúde cardiovascular. Para manter essa composição intacta, uma orientação frequente é adicionar o azeite ao final das preparações, já que temperaturas elevadas tendem a reduzir, principalmente, o teor de antioxidantes. Outra alternativa é utilizá-lo por pouco tempo e em fogo baixo, evitando perdas nutricionais.

Benefícios dos óleos

Indispensáveis na cozinha, os óleos vegetais têm papel importante no sabor e na textura dos alimentos, garantindo, por exemplo, mais crocância a certas preparações. Eles também facilitam a liberação e a distribuição dos aromas de ervas e especiarias. No Brasil, os tipos mais consumidos costumam apresentar um equilíbrio entre diferentes ácidos graxos: enquanto alguns se destacam pelo teor de gorduras monoinsaturadas, como o azeite, outros concentram mais poli-insaturadas, que, quando ingeridas em excesso, podem favorecer processos inflamatórios.

Apesar de dúvidas comuns, nenhum óleo vegetal contém colesterol em sua composição, já que essa gordura é exclusiva de alimentos de origem animal. Versáteis em diversas receitas, esses produtos devem ser usados com cuidado no aquecimento: temperaturas muito altas estimulam a formação de substâncias prejudiciais. O recomendado é evitar que o óleo atinja o ponto de fumaça, etapa em que ocorre oxidação e perda da qualidade nutricional.

A atenção também deve continuar após o preparo, quando o óleo é descartado. Nesse momento, os benefícios extrapolam a saúde individual e alcançam o meio ambiente. Estima-se que um único litro despejado no esgoto seja capaz de contaminar milhares de litros de água. A alternativa mais adequada é a reciclagem, com o encaminhamento do resíduo para pontos de coleta seletiva. A seguir, veja características dos óleos mais utilizados no país.

Algodão

Extraído da semente do algodão, esse óleo apresenta, como a maioria dos vegetais, uma combinação relevante de gorduras mono e poli-insaturadas. No entanto, também possui um teor mais elevado de gorduras saturadas quando comparado a outras opções. Pode ser utilizado em refogados, molhos e diversas preparações, mas costuma ter um custo mais alto para o uso cotidiano.

Canola

Apesar de ter origem em uma planta ancestral chamada colza, que continha compostos tóxicos, a canola atual foi desenvolvida por melhoramento genético e é considerada segura. Destaca-se pelo perfil nutricional favorável, com predominância de gorduras monoinsaturadas e presença equilibrada de poli-insaturadas. É bastante versátil, indicada para refogar, assar e preparar molhos e maioneses.

Coco

O óleo de coco ganhou popularidade nas últimas décadas, especialmente associado à perda de peso. No entanto, entidades científicas apontam que não há comprovação de efeitos emagrecedores. Além disso, chama atenção pelo alto teor de gorduras saturadas, motivo pelo qual seu consumo deve ser moderado, principalmente por pessoas com colesterol elevado. A recomendação é utilizá-lo ocasionalmente e em pequenas quantidades.

Girassol

O óleo de girassol pode apresentar variações significativas conforme o tipo de semente utilizada. Algumas versões são mais delicadas e indicadas para uso a frio, como em saladas, enquanto outras suportam o aquecimento e funcionam como alternativa mais acessível ao azeite de oliva. Por isso, a leitura do rótulo é fundamental para escolher a opção adequada a cada preparo.

Milho

A fração oleosa do milho está concentrada no gérmen do grão, onde fornece energia para a planta. O óleo resultante tem sabor suave e uma composição equilibrada de ácidos graxos. Pode ser empregado tanto em receitas quentes quanto frias, sendo comum também no preparo de bolos.

Palma

Conhecido na culinária nordestina como azeite de dendê, é obtido do fruto de uma palmeira de coloração avermelhada. Possui aroma e sabor intensos, característicos de pratos tradicionais como acarajé, vatapá e caruru. Embora contenha antioxidantes, cerca de metade de sua composição é formada por gorduras saturadas, especialmente o ácido palmítico, associado ao aumento do colesterol quando consumido em excesso. Outro ponto de atenção envolve o impacto ambiental da produção, o que torna recomendável optar por produtos com certificação de sustentabilidade.

Soja

Derivado da leguminosa que lidera o consumo nacional, o óleo de soja é rico em gorduras poli-insaturadas, com destaque para o ômega-6. Apesar do bom custo-benefício e da versatilidade no preparo de diferentes receitas, o consumo deve ser equilibrado, já que o excesso desse tipo de gordura pode favorecer processos inflamatórios no organismo.

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